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28 de abril de 2013

Bolo de maçã


Neste sábado fiz bolo! Testei a receita de bolo de maçã da colega Elídia.


















Bolo de Maçã - Elídia

3 xic. de farinha de trigo
2 xic. de açúcar
1 CS fermento em pó
3 maçãs grandes ou 4 pequenas
1 xic. de óleo
3 ovos

Modo de fazer
Bater no liquidificador os seguintes ingredientes:
Após lavar todas as maçãs, descascar e reservar
Cortar as cascas de maçãs (pedaços pequenos)
Colocar na ordem: as cascas de maçãs, o óleo e os ovos inteiros.

Em uma vasilha grande:
Peneirar os ingredientes secos (farinha, açúcar e fermento).
Colocar aos poucos os ingredientes do liquidificador e mexer a mistura.
Por último cortar as maçãs em cubinhos pequenos e misturar à massa suavemente.

Colocar a massa em assadeira redonda com furo no meio ou outra de sua preferência.

Assar em forno médio por uns 30 a 40 minutos.

Polvilhar com açúcar e canela em pó.

Optei por fazer umas adaptações e tornar o bolo menos calórico (pus menos óleo do que o recomendado e usei açúcar light), mais rico em fibras (usei 2 xícaras de farinha integral e acrescentei amêndoas picadas) e com um sabor especial (acrescentei gengibre ralado à massa). Quanto às maçãs,  acabei batendo no liquidificador a maçã inteira com a casca, não separei como na receita (esta parte foi por não prestar atenção à receita, e acredito que colocar a maçã inteira na massa pode dar um toque muito especial ao bolo!).

VEREDICTO: o bolo ficou bem gostoso, doce na medida certa, muito saboroso com o acréscimo do gengibre mas a massa ficou um pouco dura, o bolo não ficou macio. Da próxima vez vou usar a farinha integral em partes iguais com a branca..

O óleo é que não sei como substituir...será que dá certo usar iogurte?

Receita aprovada: fácil de fazer e muito gostoso de comer!

3 de janeiro de 2012

Bolo de fubá creminho


Bolo de fuba quentinho com café....que combinação boa!

Sabe aquele bolo de fubá que tem um creminho no meio? Fazia muito tempo que não comia, mas no final do ano uma aluna (Lígia V.) levou num de nossos cafés da manhã escolares e de quebra também me deu a receita que vale a pena guardar! É uma receita bem caipira que combina muito bem com um bom cafezinho preto! Anota ai:

3 ovos
3 xícaras de leite
1 CS de manteiga
1 CS de fermento em pó
3 CS de farinha de trigo
1 e 1/2 xicara de fubá
1 pires bem cheio de queijo ralado
1 pitadinha de canela

Modo de fazer:

Untar a forma e acender o forno
Peneirar os ingredientes secos
Tirar a pele das gemas e bater com a canela, depois acrescentar os demais ingredientes
A mistura fica com uma consistência liquida
Assar em forno medio em forma retangular
Deixar dourar e esfriara no forno

6 de junho de 2011

Tênis & Frescobol | Rubem Alves

Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?\' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’

Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: ‘Eu te amo, eu te amo...’ Barthes advertia: ‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo\' não quer dizer mais nada.’ É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...

Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: ‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\'. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida\'. A situação está salva e o ódio vai aumentando.’

Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...

Esta crônica faz parte do livro "O retorno e terno" de Rubem Alves, psicanalista. Desde o dia em que a li pela primeira vez ela se tornou um importante guia para mim. Espero que também sirva pra você!

No site A Casa de Rubem Alves tem outras tantas crônicas, pensamentos e até receitas! Vai lá!

31 de janeiro de 2010

Sushi: a 1a. vez a gente não esquece!

Café no supermercado: R$ 7,70. Não ter que pensar nisso: não tem preço!

Acordamos tarde e fomos tomar café da manhã na padaria (na verdade, nossa padaria é no super pão de açúcar). Não tem nada mais gostoso do que tomar café e ler o jornal do dia na padaria da esquina!

Como é domingo, dia que em geral gostamos de cozinhar, pensamos em fazer sushi (que adoramos) e fomos procurar receitinhas na internet. Encontramos boas dicas que indico aqui:




Fomos ao super comprar os ingredientes que ainda não tinhamos: vinagre de arroz (R$ 2,50 da marca Castelo), sushi-mat pra enrolar os sushis (R$ 4,85), alga yakinori (R$ 11,00), arroz próprio para culinária japonesa (R$ 4,80 - 1kg da marca Momiji-Camil) e uma bela posta de salmão (R$ 34,00 kg cortadinho na peixaria do Pão de Açúcar - 500 g deu pra 5 pessoas).

Feito em casa: sushis, sashimis, nigiri e entradinha de pepino.

E lá se foi a nossa tarde. Preparando arroz, fazendo entradinha de pepino, tomando cerveja , ouvindo música, fazendo blog e tirando fotos!

Deu tudo certo mas precisamos aprimorar a técnica de enrolar os sushis e decorar os pratos!

Amanhã começam as aulas....fim das minhas férias! Boas aulas para todos nós!

11 de janeiro de 2010

2000 é 10!


Cartão enviado pela Estante Virtual, Jan. 2010.

O Natal passou voando por mim.....quando me dei conta já tinha chegado (e acabado)! Mas, por outro lado, curti cada segundo da tradicional temporada de final & começo de ano novo. Muito sol, mar, leituras amenas, um pouco de chuva que também faz bem, novos & velhos amigos, cerveja gelada, água de côco, peixinhos e comidinhas gostosas.

Na volta pra casa (e pra rede) um monte de mensagens e propagandas transbordavam da minha caixa postal! Uma delas era da Estante Virtual, uma comunidade de venda de livros que eu frequento. Achei a imagem tão apropriada para este começo de ano que resolvi postar!

Cartão de Boas Festas feito por mim, makau, 2009.

Aproveito para postar o cartão que enviei aos amigos e pessoas queridas. Um FELIZ 2010 pra todos nós!

Mensagem de uma loja de presentes muito bacana, 2009.

PS. Segue a primeira dica de blog do ano: The Cookie Shop, da Paula Cinini. Um blog doce, muuuuito doce. Vai lá e delicie-se com suas receitas e historinhas deliciosas!

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Meu filhote!

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